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No 1.º semestre de 2018 o tráfego postal total diminuiu, mas as encomendas aumentaram

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08.10.2018

No 1.º semestre de 2018 houve uma redução de 6,2% do tráfego de objetos postais, sendo que o tráfego das correspondências diminuiu 6,4%, o correio editorial 7,5%, a publicidade endereçada 12,3%. Pelo contrário, as encomendas registaram um aumento de tráfego em 11,3%.

O volume de tráfego postal por habitante e por semestre registou o valor de 37,5 objetos postais, tendo diminuído 2,4 objetos relativamente ao mesmo semestre do ano anterior.

As correspondências representam cerca de 79,4% do tráfego postal, a publicidade endereçada 8,1%, o correio editorial 7% e as encomendas 5,5%.

Cerca de 82,9% do tráfego encontrou-se abrangido pelos limites do serviço universal (SU). Do total de objetos distribuídos, 96,1% destinaram-se ao mercado nacional, enquanto os restantes 3,9% tiveram como destino outros países.

Em termos de quota de mercado, o grupo CTT dispunha de uma quota de cerca de 91,2% do tráfego postal total. Relativamente ao tráfego abrangido pelos limites do SU, o grupo CTT registou uma quota de cerca de 97,5%.

No final de junho, existiram 14,8 mil trabalhadores afetos à exploração dos serviços postais, menos 0,2% face ao período homólogo.

O número de pontos de acesso à rede aumentou 0,6%, o número de centros de distribuição aumentou 3,2% e a frota de veículos aumentou 4,2%. Este aumento dos pontos de acesso ocorreu em simultâneo com a redução de 5,4% do número de estações de correio dos CTT.

Quanto aos outros meios materiais (pertencentes na totalidade à concessionária do SU), verificou-se um aumento em termos homólogos do número de marcos de correio (+0,5%) e diminuições ao nível do número de apartados (-1,4%), do número de máquinas automáticas de venda de selos (-35,3%) e do número de postos onde apenas se podem adquirir selos (-7,5%).

Saiba mais:
ANACOM.pt: Serviços Postais - 1.º semestre de 2018